Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta quinta

Ibovespa hoje

  • Ibovespa futuro oscila aos 160,1 mil pontos, dólar comercial cai a R$ 5,51 e juros futuros avançam.
  • BC eleva projeção de alta do PIB de 2025 de 2,0% para 2,3%, amplia projeção de 2026 de 1,5% para 1,6%.
  • Alta de preços ao consumidor dos EUA devem ter atingido maior nível em um ano e meio.
  • Gleisi anuncia veto à dosimetria e ataca líder do governo no Senado, que rebate.
  • Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.

Confira as últimas dos mercados

update 9h55

Ibovespa futuro tem leve alta de 0,02%, aos 160.215 pontos

update 9h51

BTG Pactual G&C atinge particpação de 5,59% na International Meal Company

update 9h43

Dólar comercial opera estável, a R$ 5,522

update 9h32

Tenda (TEND3) diz que fundos sob gestão do Morgan Stanley alcançaram participação de 5,06% na companhia

update 9h32

Ibovespa futuro avança 0,16%, aos 160.460 pontos

update 9h26

Inflação volta a pesar e trava recuperação da aprovação de Lula, aponta AtlasIntel

Alta na percepção dos preços interrompe melhora do segundo semestre e ajuda a explicar manutenção da reprovação acima da aprovação no fim de 2025.

update 9h22

Índice EWZ cai 0,06% na pré-abertura dos EUA

update 9h18

63% dos brasileiros são contra projeto que reduz pena de Bolsonaro, diz pesquisa

Maioria dos entrevistados também acredita que PL da Dosimetria, oficialmente voltado para quem participou do 8 de Janeiro, foi na verdade criado para beneficiar o ex-presidente.

update 9h16

DXY: índice dólar opera com alta de 0,12%, aos 98,48 pontos

update 9h13

EUA aprovam pacote de armas de US$11,1 bilhões para Taiwan, o maior de todos os tempos

Os Estados Unidos aprovaram na quarta-feira a venda de 11,1 bilhões de dólares em armas para Taiwan, o maior pacote de armas dos EUA para a ilha, que está sob crescente pressão militar da China. O anúncio da venda de armas para Taiwan é o segundo sob a atual administração do presidente dos EUA, Donald Trump, e ocorre no momento em que Pequim aumenta sua pressão militar e diplomática contra Taiwan, cujo governo rejeita as reivindicações de soberania de Pequim. A proposta de venda de armas abrange oito itens, incluindo sistemas de foguetes Himars, obuseiros, mísseis antitanque Javelin, drones de munição vagante Altius e peças para outros equipamentos, informou o Ministério da Defesa de Taiwan em um comunicado. “Os EUA continuam a ajudar Taiwan a manter capacidades suficientes de autodefesa e a construir rapidamente um forte poder de dissuasão e alavancar vantagens de guerra assimétrica, que formam a base para manter a paz e a estabilidade na região”, acrescentou. O ministério disse que o pacote está no estágio de notificação do Congresso, em que o Congresso tem a chance de bloquear ou alterar a venda se desejar, embora Taiwan tenha amplo apoio de todos os partidos.

update 9h13

México: vendas no varejo em outubro, na comparação com outubro 2024, sobem 3,4%, acima da expectativa de 3,0%

Em setembro, na comparação com setembro de 2024, houve alta de 3,3%.

update 9h12

México: vendas no varejo em outubro, na comparação com setembro, sobem 0,4%, acima da expectativa de 0,3%

Em setembro, na comparação com agosto, o indicador mostrou estabilidade.

update 9h10

Banco da Inglaterra reduz taxa de juros em 0,25 pp, para 3,75%, como esperado

update 9h08

ROLOU! Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) abre dia com queda de 0,08%, aos 160.210 pontos

update 9h07

Minidólar com vencimento em janeiro de 2026 (WDOF26) começa o dia com baixa de 0,16%, cotado a 5.524,50

update 9h06

Ibovespa futuro vira para queda de 0,01%, aos 160.180 pontos

update 9h05

DIs: juros futuros operam na maioria em alta

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F26 14,905 0,034
DI1F27 13,845 0,217
DI1F28 13,280 0,226
DI1F29 13,350 0,150
DI1F31 13,640 0,037
DI1F32 13,720 -0,036
DI1F33 13,740 0,000
DI1F34 13,735 0,073
DI1F35 13,720 0,000
update 9h03

Dólar comercial abre em queda de 0,15%, cotado a R$ 5,513 na compra e a R$ 5,514 na venda

update 9h02

Dólar futuro abre em queda de 0,13%, cotado aos 5.526,50 pontos

update 9h01

Ibovespa futuro abre em alta de 0,40%, cotado aos 160.835 pontos

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Giba Coelho

update 8h52

Congresso vota Orçamento após destravar arrecadação para fechar contas de 2026

Projeto que reduziu benefícios fiscais assegurou R$ 20 bilhões em receitas adicionais.

update 8h51

Pesquisa AtlasIntel indica dificuldade de Flávio em herdar votos de Jair Bolsonaro

Em 2º turno contra Lula, senador fica 12 pontos atrás e registra desempenho inferior ao do ex-presidente, segundo pesquisa.

update 8h51

AtlasIntel: Lula tem 53% e abre 12 pontos sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno de 2026

Primeira simulação com o senador mostra petista vencendo todos os adversários; vantagem também cresce contra Tarcísio, Michelle e Bolsonaro.

update 8h50

Empresas brasileiras devem antecipar emissões de dívida em 2026 para evitarem volatilidade de eleições, vê HSBC

O mercado de dívida corporativa deve começar 2026 movimentado para o Brasil, com empresas antecipando operações para evitarem a potencial volatilidade decorrente das eleições no país, avalia o diretor-executivo de Corporate Banking do HSBC Brasil, Marcelo Soares, enxergando um quadro ainda favorável a emissões. “Nós esperamos que o ano comece já movimentado”, afirmou o executivo em entrevista à Reuters, acrescentando que 2026 deve continuar com janelas interessantes para emissões, dado o cenário de queda de juros nos Estados Unidos, liquidez global relevante e apetite para mercados emergentes. “Em termos relativos, vemos Brasil bem posicionado”, acrescentou, citando ainda que os spreads de crédito globalmente estão em níveis bastante baixos historicamente. “Imaginamos ver um ano que deve ser mais movimentado no começo, dada a dinâmica de eleições… Em ano eleitoral, os emissores olham para, potencialmente, vir a mercado logo no começo e evitar uma potencial volatilidade maior à medida que se aproxima do segundo semestre.” (Reuters)

update 8h50

Gleisi anuncia veto à dosimetria e ataca líder do governo no Senado, que rebate

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, anunciou em uma rede social que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetará o projeto de lei da dosimetria, aprovado no Senado na véspera, e atacou a liderança do governo no Senado pela condução da matéria, levando a uma resposta do líder, Jaques Wagner (PT-BA) na mesma rede social. “A redução das penas de Jair Bolsonaro e demais golpistas, aprovada agora à noite no Senado, é um desrespeito à decisão do STF e um grave retrocesso na legislação que protege a democracia. A condução desse tema pela liderança do governo no Senado na CCJ foi um erro lamentável, contrariando a orientação do governo que desde o início foi contrária à proposta”, escreveu Gleisi. “O presidente Lula vetará esse projeto. Condenados por atentar contra a democracia têm de pagar por seus crimes”, acrescentou. Na mesma rede social, e sem citar a ministra nominalmente, Wagner rebateu. “Lamentável é nos rendermos ao debate raso e superficial. É despachar divergências de governo por rede social”, escreveu o parlamentar. A troca pública de farpas entre dois nomes do PT muito próximos a Lula veio depois de, na noite de quarta-feira, o Senado concluir a votação do projeto da dosimetria, que reduz as penas de condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por atos relacionados à tentativa de golpe de Estado que culminou em 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). (Reuters)

update 8h49

Rússia diz esperar que Trump não cometa “erro fatal” em relação à Venezuela

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse na quinta-feira que espera que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, não cometa um erro fatal em relação à Venezuela e que Moscou está preocupada com as decisões dos EUA que ameaçam o transporte marítimo internacional. Trump ordenou na terça-feira um “bloqueio” de todos os petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela, enquanto Washington tenta aumentar a pressão sobre o governo do presidente Nicolás Maduro. Há um embargo efetivo em vigor depois que os EUA apreenderam um petroleiro sancionado na costa da Venezuela na semana passada, com navios carregados transportando milhões de barris de petróleo parados em águas venezuelanas em vez de correrem o risco de serem apreendidos. “Observamos a escalada contínua e deliberada das tensões em torno da Venezuela, um país amigo nosso. É particularmente preocupante a natureza unilateral das decisões que representam uma ameaça à navegação internacional”, disse o ministério russo em um comunicado. (Reuters)

update 8h48

Tarcísio é pressionado a apoiar Flávio Bolsonaro, alvo de resistência de aliados

Pastor Silas Malafaia, que é próximo a Jair Bolsonaro, saiu em defesa de uma chapa com o governador e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

update 8h40

Como deve ficar nova formação da equipe econômica com a possível saída de Haddad

Ministro da Fazenda se prepara para deixar o posto para integrar a campanha de Lula.

update 8h36

BCE deve manter taxas de juros estáveis à medida que economia da zona do euro demonstra resiliência

Espera-se que o Banco Central Europeu mantenha suas taxas de juros estáveis nesta quinta-feira e sinalize pouca disposição para cortes no curto prazo, já que a economia da zona do euro se mantém firme diante dos choques comerciais globais e a inflação permanece estável. Dados recentes sobre o crescimento econômico do bloco de 20 países superaram as expectativas do BCE, impulsionados pelo fato de os exportadores terem lidado com as tarifas dos EUA de forma mais eficaz do que o previsto e pelos gastos domésticos, que compensaram o enfraquecimento do setor industrial. A inflação, por sua vez, tem oscilado em torno da meta do BCE de 2%, impulsionada pelos aumentos de preços no setor de serviços, e espera-se que permaneça assim no futuro próximo. Isso provavelmente significa que o BCE elevará algumas de suas previsões de crescimento e inflação na quinta-feira — efetivamente, embora não explicitamente, encerrando um ciclo de flexibilização que viu a taxa básica de juros cair pela metade, de 4% para 2%, no ano até junho passado. Alguns membros do Conselho do BCE queriam fazê-lo na sua última reunião, em outubro. “A incerteza econômica dissipou-se um pouco, especialmente no que diz respeito ao comércio”, afirmou Lorenzo Codogno, fundador da LC Macro Advisors. “Isso dará ao Conselho do BCE uma maior confiança de que está numa boa posição, eliminando provavelmente qualquer tendência de flexibilização remanescente.” (Reuters)

update 8h33

França não está pronta para assinar acordo com o Mercosul, reafirma Macron

Fala foi antes de uma cúpula da União Europeia em Bruxelas. acrescentando que mais trabalho precisa ser feito sobre reciprocidade e controles de produtos.

update 8h32

Senado resgata MP caducada e aprova tributo maior para fintechs e JCP; veja mudanças

Texto em duas frentes corta benefícios fiscais de um lado e, de outro, aumenta tributação de bets, fintechs e JCP; projeto segue para sanção presidencial.

update 8h28

Trump diz que próximo chair do Fed acreditará em juros bem mais baixos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quarta-feira que o próximo chair do Federal Reserve será alguém que acredita em taxas de juros bem mais baixas. “Em breve anunciarei nosso próximo chair do Federal Reserve, alguém que acredita em taxas de juros mais baixas, bem (mais baixas), e os pagamentos de hipotecas cairão ainda mais”, disse Trump. Trump fez os comentários durante um pronunciamento nacional em que falou sobre suas realizações econômicas e de segurança nacional no primeiro ano de seu segundo mandato. Ele já havia indicado que anunciará o sucessor escolhido para do atual chair do Fed, Jerome Powell, no início do próximo ano. Todos os finalistas conhecidos – o assessor econômico da Casa Branca Kevin Hassett, o ex-diretor do Fed Kevin Warsh e o atual diretor Chris Waller – defendem que a taxa de juros seja mais baixas do que a atual.

update 8h23

Fluxo global impulsiona Ibovespa em 2025, apesar dos juros, diz trader da Clear

Rafael Perretti, da Clear Corretora, avalia o ciclo de alta da Bolsa e aponta oportunidades em small caps.

update 8h20

BC eleva estimativa de expansão do crédito em 2025 para 9,4%, ante 8,8%

O Banco Central prevê um crescimento do crédito no país de 9,4% este ano, ante estimativa de 8,8% feita em setembro, conforme dados do seu Relatório de Política Monetária divulgado nesta quinta-feira, prevendo um ritmo de alta de 8,6% em 2026, contra 8,0% previstos antes. Agora, a expectativa é que o crédito às famílias suba 10,4% em 2025, contra expectativa anterior de 9,4%. Para as empresas, a alta foi calculada em 8,0%, mesmo nível do último relatório. Para 2026, a expectativa da autarquia é que o crédito a pessoas físicas cresça 9,0% (8,3% antes), enquanto as empresas devem registrar alta de 7,9% (7,4% antes). Para o estoque de crédito livre, em que as taxas são pactuadas livremente entre bancos e tomadores, o BC projeta agora uma expansão de 8,1% em 2025 (+8,4% antes). Para o crédito direcionado, que atende a parâmetros estabelecidos pelo governo, a perspectiva é de alta de 11,3% (+9,5% antes).

update 8h19

China expressa apoio à Venezuela em meio a bloqueio dos EUA, mas não faz promessas de ajuda

A China se opôs ao que afirmou ser “intimidação unilateral” depois que Washington ordenou um bloqueio de navios-tanque sancionados que entram e saem da Venezuela, rica em petróleo, mas não disse exatamente como ajudaria o país sul-americano ou ofereceria qualquer refúgio para seu líder em apuros. Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou um bloqueio completo de todos os petroleiros sancionados que tentassem deixar as águas venezuelanas, bem como daqueles que chegassem, enquanto Washington concentra tropas e navios de guerra na região. A China é a maior compradora do petróleo venezuelano, que responde por cerca de 4% de suas importações, com embarques em dezembro no caminho para uma média de mais de 600.000 barris por dia, segundo analistas. Pequim se opõe a todas as formas de “intimidação unilateral” e apoia os países na proteção de sua soberania e dignidade nacional, disse o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, ao seu colega venezuelano, Yvan Gil, em uma ligação telefônica na quarta-feira. (Reuters)

update 8h15

Alta de preços ao consumidor dos EUA devem ter atingido maior nível em um ano e meio

Já a divulgação do índice de outubro foi cancelada porque os dados de preços não puderam ser coletados retroativamente.

update 8h12

Barris de petróleo operam mistos

Os preços do petróleo operam mistos, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um bloqueio à entrada e saída de petroleiros da Venezuela, e a maior parte das exportações do país permaneceu suspensa. As cotações do minério de ferro na China fecharam com ganhos, impulsionadas pela melhora nas margens do aço e pela expectativa de reposição de matéria-prima entre as siderúrgicas na China.

  • Petróleo WTI, +0,07%, a US$ 55,98 o barril
  • Petróleo Brent, -0,07%, a US$ 59,64 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,63%, a 777,50 iuanes (US$ 110,39)
update 8h11

BC eleva projeção de alta do PIB de 2025 de 2,0% para 2,3%, amplia projeção de 2026 de 1,5% para 1,6%

O Banco Central melhorou sua projeção de crescimento econômico em 2025 a 2,3%, ante patamar de 2,0% estimado em setembro, conforme Relatório de Política Monetária divulgado nesta quinta-feira, revisando ainda a previsão de crescimento em 2026 de 1,5% para 1,6%. O Ministério da Fazenda previu em novembro uma expansão de 2,2% para o PIB de 2025, com alta de 2,4% no ano que vem. Já o mercado, segundo a pesquisa Focus mais recente, estima que a economia crescerá 2,25% em 2025 e 1,80% em 2026.

update 8h10

Mercados da Europa avançam

Os mercados europeus sobem à medida que investidores se preparam para as decisões dos bancos centrais da região. O Banco Central Europeu (BCE) deverá manter as taxas de juro estáveis ​​em 2%. Os bancos centrais da Suécia e da Noruega também deverão manter as taxas em 1,75% e 4%, respetivamente. Já o Banco da Inglaterra deve ser o único a cortar a taxa de juros nesta quinta. A previsão é de uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros, para 3,75%.

  • STOXX 600: +0,26%
  • DAX (Alemanha): +0,18%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,20%
  • CAC 40 (França): +0,32%
  • FTSE MIB (Itália): +0,45%
update 8h06

Bolsas da Ásia fecham dia com ganhos

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com alta em sua maioria, enquanto o Banco do Japão dará início à sua reunião de dois dias, com a expectativa de que o banco central eleve as taxas de juros para 0,75% na sexta-feira, o nível mais alto em 30 anos.

  • Shanghai SE (China), +0,16%
  • Nikkei (Japão): -1,03%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,12%
  • Nifty 50 (Índia): +0,10%
  • ASX 200 (Austrália): +0,03%
update 8h04

EUA: índices futuros avançam à espera de dados de inflação

Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (18), com investidores aguardando o índice preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), que deve fornecer pistas sobre o futuro da política monetária do Federal Reserve (Fed). Ainda assim, há cautela no mercado, já que os dados podem ser menos confiáveis ​​do que o normal devido às interrupções causadas pela paralisação do governo. O pré-mercado americano se recuperar após as preocupações com o comércio de IA impulsionadas pela Oracle terem provocado mais uma sessão difícil para o setor de tecnologia. Wall Street segue atenta a possíveis novos sinais de estresse no segmento, depois que a Oracle perdeu um importante apoio para um projeto de data center de US$ 10 bilhões. O episódio fez as ações da companhia despencarem na quarta-feira, contaminando também papéis de gigantes como Nvidia e Broadcom, entre outras.

  • Dow Jones Futuro: +0,12%
  • S&P 500 Futuro: +0,39%
  • Nasdaq Futuro: +0,72%
update 8h03

Abertura de mercados

As atenções recaem sobre falas de diversas autoridades e sobre o Relatório de Política Monetária do Banco Central nesta quinta-feira, dia em que os mercados internacionais vão focar em decisões de política monetária e dados dos Estados Unidos. O relatório com novas projeções para a economia brasileira será divulgado às 8h, seguido de entrevista à imprensa às 11h com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, e o diretor de Política Econômica, Diogo Guillen, com as atenções voltadas para indicações sobre a política monetária. Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dá entrevista a setoristas do Palácio do Planalto, a partir das 11h. Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem café com jornalistas a partir das 14h. No exterior, o Banco da Inglaterra divulga sua decisão sobre a taxa de juros às 9h, enquanto o Banco Central Europeu faz o mesmo às 10h15. Nos EUA a atenção recai sobre dados de novembro da inflação ao consumidor, com expectativa de que o núcleo do índice tenha subido 3% na base anual. (Reuters)

update 7h50

Principais índices em Nova York fecharam ontem com quedas firmes

Investidores em Wall Street se retiraram das posições especialmente por conta das ações da Oracle, que antes eram promissoras no setor de IA e caíram após o Financial Times noticiar que fracassaram os planos da Blue Owl Capital para financiar o data center de US$ 10 bilhões da empresa de infraestrutura em nuvem em Michigan. Fontes familiarizadas com o assunto apontaram preocupações com o endividamento e os níveis de gastos da Oracle. Além disso, depois de pesquisas mostrarem que os eleitores não estão muito satisfeitos, Trump promete pagamentos em dinheiro para melhorar a percepção sobre a economia. E há, ainda, a cautela antes da divulgação amanhã da inflação ao consumidor de novembro.

  • Dow Jones: -0,47%
  • S&P 500: -1,16%
  • Nasdaq: +1,81%
update 7h50

Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,73%

O dólar teve a quarta alta seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,23%, aos 98,37 pontos.

  • Venda: R$ 5,422
  • Compra: R$ 5,422
  • Mínima: R$ 5,485
  • Máxima: R$ 5,531
update 7h45

Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,79%, aos 157.327,26 pontos

  • Máxima: 158.610,62
  • Mínima: 156.350,81
  • Diferença para a abertura: -1.250,26 pontos
  • Volume: R$ 33,10 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (15): +1,07%
  • Terça-feira (16): -2,42%
  • Quarta-feira (17): -0,79%
  • Semana: -2,14%
  • Dezembro: -1,07%
  • 4T25: +7,30%
  • 2025: +30,96%

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