
Após ação dos Estados Unidos na Venezuela, que culminou na captura de Nicolás Maduro, líder do país latino, no sábado (3), as negociações do petróleo abriram neste domingo em queda.
O petróleo bruto dos EUA (WTI) cai 31 centavos, ou 0,62%, para US$ 56,97 por barril. O Brent, referência global, recua 29 centavos, ou 0,48%, para US$ 60,47 por barril.
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O presidente Donald Trump deixou claro, em coletiva de imprensa sobre a ação na Venezuela no sábado, que o investimento dos EUA no setor petrolífero da Venezuela é um objetivo central da operação de mudança de regime que depôs Maduro.
Embora a Venezuela não esteja entre os 20 maiores produtores de petróleo, qualquer aumento persistente nos preços do petróleo e seu impacto inflacionário nas economias representam um risco para os mercados.
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Estrategistas de Wall Street estão otimistas em relação às ações este ano, mas a escalada das tensões deve testar a resiliência das ações globais após seu melhor retorno anual desde 2017.
“A captura de Maduro pode criar um sentimento de aversão ao risco de curto prazo nos mercados asiáticos, principalmente por meio do aumento dos preços do petróleo e da elevação do prêmio de risco geopolítico”, disse Jung In Yun, CEO da Fibonacci Asset Management Global em Singapura. “Não acreditamos que a situação evolua para um choque de petróleo sustentado, e isso deve ser um impacto de sentimento de curta duração.”
(com Bloomberg)
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