
Ibovespa hoje
- Mercados mostram apetite por risco apesar de turbulência na Venezuela.
- América Latina vira foco de risco político enquanto China amplia influência econômica.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Milei leva risco soberano da Argentina ao nível mais baixo em sete anos
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para janeiro está em 83%
| 28/01 | 18/03 | |
| 3,75%-3,50% | 83,9% | 50,9% |
| 3,50%-3,25% | 16,1% | 42,7% |
| 3,25%-3,00% | – | 6,3% |
Light recebe multa de R$ 200 mil por dia por falta de energia em Copacabana e no Leme
A concessionária deve informar qual a estimativa de restabelecimento total do fornecimento de energia elétrica em todas as áreas afetadas, sob pena de multa diária de R$ 20 mil.
María Corina Machado promete voltar à Venezuela e quer eleições
A principal líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, prometeu voltar para casa rapidamente, elogiando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por derrubar seu inimigo Nicolás Maduro e declarando que seu movimento está pronto para vencer uma eleição livre. “Estou planejando voltar para a Venezuela o mais rápido possível”, disse Machado, 58 anos, advogada e mãe de três filhos que fugiu da Venezuela disfarçada em outubro para receber o Prêmio Nobel da Paz, que ela dedicou a Trump. “Acreditamos que essa transição deve seguir em frente”, disse ela à Fox News em uma entrevista no final da segunda-feira. “Ganhamos uma eleição (em 2024) com uma vitória esmagadora em condições fraudulentas. Em eleições livres e justas, ganharemos mais de 90% dos votos.” Machado disse que não fala com Trump desde 10 de outubro, quando o prêmio Nobel foi anunciado. O presidente norte-americano disse que os Estados Unidos precisam ajudar a resolver os problemas da Venezuela antes de qualquer nova eleição, considerando irrealista o prazo de 30 dias para uma votação. “Temos que consertar o país primeiro. Não se pode fazer uma eleição. Não há como as pessoas sequer votarem”, disse Trump à NBC. (Reuters)
Silvano Gersztel é substituído por Carlos Souza como diretor presidente da Ciabrasf
A Companhia Brasileira de Serviços Financeiros disse na noite de segunda-feira que Silvano Gersztel renunciou aos cargos de diretor presidente e diretor financeiro da empresa, segundo fato relevante. Para preencher estas vagas, Carlos Arnaldo Borges de Souza foi eleito para o cargo de diretor presidente e Thiago Souza Gramari será o novo diretor financeiro. Silvano Gersztel tinha passado a acumular o cargo de diretor financeiro com o de diretor presidente em 1 de outubro de 2025, na sequência da renúncia de Thiago Gramari dos cargos de diretor financeiro e de relações com investidores. A companhia convocou ainda para 6 de fevereiro uma assembleia geral extraordinária para deliberar sobre a eleição da totalidade dos membros do Conselho de Administração.
Próxima geração de chips da Nvidia já está em plena produção, diz CEO
Líder da empresa mais valiosa do mundo revelou novos detalhes sobre os futuros chips.
EUA admitem que grupo venezuelano ‘Cartel de los Soles’ não é real
Documento do processo contra Maduro abandona ideia de cartel formal e fala em cultura de corrupção.
Escritório de Direitos Humanos da ONU diz que ação dos EUA na Venezuela deixa mundo menos seguro
A comunidade internacional deve deixar claro que a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela é uma violação do direito internacional que torna os países do mundo menos seguros, disse o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos nesta terça-feira. “Isso envia um sinal de que os poderosos podem fazer o que quiserem”, disse a porta-voz chefe do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Ravina Shamdasani, aos repórteres.
Crise na Venezuela pode afetar acordos do Mercosul com União Europeia
Impactos da deposição de Maduro foram debatidos durante live do InfoMoney.
BC da China se compromete a cortar compulsório e taxa de juros em 2026
O banco central da China disse nesta terça-feira que reduzirá as taxas de compulsório e de juros em 2026 para manter a liquidez ampla, e continuará a implementar uma política monetária adequadamente frouxa. A autoridade monetária disse que impulsionará a demanda doméstica, melhorará a oferta e reduzirá os riscos financeiros para sustentar o crescimento estável, dando ao novo plano quinquenal um início sólido. O banco central “fará uso flexível e eficiente de várias ferramentas de política monetária, como cortes na taxa de compulsório e na taxa de juros, manterá liquidez ampla e condições gerais de financiamento relativamente acomodatícias e orientará o crescimento razoável do crédito total, bem como a emissão equilibrada de empréstimos”, disse em um comunicado em seu site, após uma reunião de trabalho de 2026. O comentário do banco central ecoou uma promessa feita pelos principais líderes em uma reunião em dezembro. Em dezembro, o banco central deixou inalteradas as taxas primárias de empréstimos (LPRs) pelo sétimo mês consecutivo, em linha com as expectativas do mercado. (Reuters)
Barris de petróleo e minério de ferro avançam
Os preços do petróleo sobem após alta de mais de 1% na véspera, enquanto os investidores avaliavam as perspectivas para a Venezuela, e as preocupações com um excesso de oferta global persistiam. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, ampliando os ganhos da sessão anterior, com atenções voltadas para demanda da China, o maior consumidor do setor.
- Petróleo WTI, +0,43%, a US$ 58,57 o barril
- Petróleo Brent, +0,52%, a US$ 62,08 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,69%, a 801,00 iuanes (US$ 114,61)
Mercados da Europa operam na maioria com ganhos
Os mercados europeus operam na maioria em alta, com os investidores acompanhando os desdobramentos geopolíticos após a destituição do líder venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Os movimentos do mercado sugerem que os investidores estão deixando de lado os receios de conflitos geopolíticos de maior escala e mantêm a confiança em ativos de risco.
- STOXX 600: +0,07%
- DAX (Alemanha): +0,05%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,50%
- CAC 40 (França): -0,59%
- FTSE MIB (Itália): +0,14%
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, com o Japão atingindo recordes históricos, enquanto a Coreia do Sul e a Austrália registraram quedas. Investidores avaliavam os riscos geopolíticos após o ataque dos EUA à Venezuela e a captura do ex-líder Nicolás Maduro. As ações de empresas do setor de defesa avançaram nos mercados asiáticos nesta sessão. Na Coreia do Sul, os papéis da Korea Aerospace Industries chegaram a subir 11% ao longo do pregão, mas reduziram os ganhos e encerraram com alta superior a 9%. Já a Poongsan saltou mais de 8%, enquanto a Hanwha Aerospace avançou 0,99%. No Japão, as ações da IHI subiram 3,66%, acompanhando o movimento positivo do setor, que inclui grupos como a Kawasaki Heavy Industries, diante do aumento do interesse por empresas ligadas à defesa.
- Shanghai SE (China), +1,50%
- Nikkei (Japão): +1,32%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +1,38%
- Nifty 50 (Índia): -0,31%
- ASX 200 (Austrália): -0,52%
EUA: índices futuros operam mistos
Os índices futuros dos EUA operam sem força nesta terça-feira (6), após uma forte alta na sessão anterior, com os investidores ignorando em grande parte as preocupações geopolíticas ligadas à Venezuela e se concentrando, em vez disso, no potencial de crescimento econômico para as empresas americanas. Na segunda-feira, o Dow Jones registrou novo recorde de fechamento, quando subiu quase 600 pontos, ou cerca de 1,2%. O S&P 500 avançou 0,6%, enquanto o Nasdaq Composite teve alta quase 0,7%. O movimento positivo ocorreu após os Estados Unidos capturarem e deporem o líder venezuelano Nicolás Maduro no fim de semana. Além disso, declarações do presidente americano, Donald Trump, incentivando grandes investimentos de petroleiras dos EUA ajudaram a sustentar o apetite por risco nos mercados.
- Dow Jones Futuro: -0,19%
- S&P 500 Futuro: -0,06%
- Nasdaq Futuro: +0,03%
Crescimento da zona do euro desacelera em dezembro mas tem trimestre mais forte desde 2023, mostra PMI
A economia da zona do euro expandiu a um ritmo mais lento no mês passado, mas encerrou 2025 com o crescimento trimestral mais forte em mais de dois anos uma vez que o impulso dos serviços compensou a contração no setor industrial, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira. Embora a atividade industrial tenha encolhido, o crescimento persistente nos serviços manteve o bloco em uma expansão estável no ano passado, mesmo diante das tarifas dos Estados Unidos sobre as importações europeias. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto final do HCOB para o bloco, compilado pela S&P Global e visto como um bom indicador da saúde econômica geral, diminuiu para 51,5 em dezembro, em comparação com o nível mais alto em 30 meses registrado em novembro de 52,8 e abaixo da preliminar de 51,9. Esse resultado acima da marca de 50 que separa o crescimento da contração significa que a economia expandiu em todos os meses em 2025, uma sequência que não era vista desde 2019. A leitura média de 52,3 do PMI no quarto trimestre foi a mais alta desde o segundo trimestre de 2023. “Nesse cenário, é provável que o crescimento do PIB tenha acelerado”, disse Cyrus de la Rubia, economista-chefe do Hamburg Commercial Bank. (Reuters)
Abertura de mercados
Os mercados internacionais mostram apetite por risco nesta terça-feira, com os investidores permanecendo confiantes nas perspectivas econômicas apesar da escalada das tensões geopolíticas. O foco recai esta semana sobre novos indicadores macroeconômicos, enquanto os investidores mantinham a compostura apesar da agitação política na Venezuela no fim de semana, quando forças militares dos Estados Unidos capturaram o agora presidente deposto Nicolás Maduro. Os operadores avaliam possíveis implicações para os fluxos de petróleo bruto da Venezuela, que abriga as maiores reservas de petróleo do mundo. No entanto, os acontecimentos tiveram impacto mínimo sobre o apetite geral por risco. O clima positivo nos mercados era impulsionado pelas expectativas de cortes na taxa de juros dos Estados Unidos. Os operadores estão focados no relatório mensal de emprego dos EUA, que será divulgado na sexta-feira e pode influenciar as expectativas para a política monetária do país. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com altas
Investidores em Wall Street voltaram ao setor de energia, especialmente para a Chevron, que pode ser a mais beneficiada com a situação na Venezuela. “Este é um evento geopolítico significativo, embora seja improvável que cause grandes oscilações no mercado em curto prazo”, escreveu Matthew Aks, analista de políticas da Evercore ISI, em uma nota reproduzida pela CNBC. “Por enquanto, os investidores precisam navegar por um cenário já conhecido de provável ambiguidade proposital de Trump em relação aos seus próximos passos”.
- Dow Jones: +1,23%
- S&P 500: +0,64%
- Nasdaq: +0,69%
Dólar comercial fechou ontem com baixa de 0,34%
O dólar desceu diante do real, para de fato começar o ano. O movimento foi mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,13%, aos 98,30 pontos.
- Venda: R$ 5,405
- Compra: R$ 5,405
- Mínima: R$ 5,395
- Máxima: R$ 5,454
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,83%, aos 160.869,76 pontos
- Máxima: 162.165,72
- Mínima: 160.214,70
- Diferença para a abertura: +1.327,72 pontos
- Volume: R$ 24,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (5): +0,83%
- Semana: +0,83%
- Janeiro: +0,47%
- 1T26: +0,47%
- 2026: +0,47%
Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.
Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com lara.rizerio@infomoney.com.br.
IM Trader: notícias, análises, vídeos, podcasts e guias no novo canal do InfoMoney sobre Mercados.
The post Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta terça appeared first on InfoMoney.



