
Ibovespa hoje
- Mercados aguardam dados de inflação nos EUA em meio a questões geopolíticas.
- Preços ao consumidor dos EUA devem ter voltado a subir após distorção por paralisação.
- Banqueiros centrais globais se unem em defesa ao presidente do FED, Jerome Powell.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
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Agricultores franceses realizam novo protesto em Paris para tentar impedir acordo com Mercosul
Agricultores franceses entraram com seus tratores em Paris nesta terça-feira pela segunda vez em uma semana para protestar contra um acordo comercial entre a UE e o Mercosul que, segundo eles, ameaça a agricultura local ao criar concorrência desleal com importações sul-americanas mais baratas. Os agricultores da França, o maior produtor agrícola da União Europeia, e de outros países-membros protestam há meses contra o acordo UE-Mercosul e contra inúmeras queixas locais. A manifestação de terça-feira foi organizada pela FNSEA, um dos maiores sindicatos agrícolas da França. Outro sindicato de agricultores, o Coordination Rurale, já havia levado tratores até as proximidades da Torre Eiffel e do Arco do Triunfo na quinta-feira passada em uma manifestação surpresa. A polícia de Paris estimou a presença de cerca de 350 tratores na manifestação de terça-feira. Um comboio de tratores convergiu novamente para o Arco do Triunfo, enquanto outro comboio chegou ao prédio do Parlamento francês.
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Na avaliação por áreas, 48,7% considera atuação do governo ruim ou péssima na segurança pública.
Williams diz que política monetária do Fed está bem posicionada em meio a perspectiva favorável
O presidente do Federal Reserve Bank de Nova York, John Williams, disse na segunda-feira que espera uma economia saudável em 2026 e indicou que não vê motivos no curto prazo para cortar as taxa de juros. O Comitê Federal de Mercado Aberto, que define a taxa de juros, “aproximou a postura modestamente restritiva da política monetária da neutralidade”, disse Williams em um discurso proferido em uma reunião realizada pelo Council on Foreign Relations em Nova York. “A política monetária está agora bem posicionada para apoiar a estabilização do mercado de trabalho e o retorno da inflação à meta de longo prazo do Fomc de 2%”, disse ele. Williams disse que é fundamental para o Fed levar a inflação de volta à meta de 2% “sem criar riscos indevidos” para o mercado de trabalho. Ele acrescentou: “Nos últimos meses, os riscos negativos para o emprego aumentaram com o esfriamento do mercado de trabalho, enquanto os riscos de alta para a inflação diminuíram.” Os comentários de Williams na segunda-feira foram os primeiros do ano. A visão geral é de que o Fed entrou em um estágio de espera depois de cortar sua meta para a taxa de juros em 0,75 ponto percentual no ano passado, reduzindo-a à faixa entre 3,5% e 3,75%. (Reuters)
Ibovespa inicia 2026 em alta e se aproxima da máxima histórica: até onde pode ir?
Índice acumula cinco meses de alta e opera próximo ao recorde histórico.
Bancos centrais globais defendem Powell após ameaça de Trump
Os chefes de muitos dos principais bancos centrais do mundo emitiram nesta terça-feira uma declaração conjunta em apoio ao chair do Federal Reserve, Jerome Powell, depois que o governo dos Estados Unidos o ameaçou com uma acusação criminal. “Estamos em total solidariedade com o Sistema do Federal Reserve e seu chair Jerome H. Powell”, disseram os chefes do Banco Central Europeu, do Banco da Inglaterra e de outras nove instituições, incluindo do Brasil. “A independência dos bancos centrais é a pedra fundamental da estabilidade econômica, financeira e de preços no interesse dos cidadãos que atendemos”, acrescentaram. A investigação criminal do governo Trump é formalmente sobre a reforma da sede do Fed, mas Powell a chamou de “pretexto” para ganhar influência presidencial sobre a taxa de juros.
Barris de petróleo sobem 1% e minério de ferro recua
Os preços do petróleo sobem após Trump anunciar a imposição de uma tarifa de 25% sobre produtos de países que “fazem negócios” com o Irã, após uma onda de violência violenta no país do Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, sustentadas pela demanda de reposição de estoques entre as siderúrgicas chinesas antes do feriado do Ano Novo Lunar em fevereiro.
- Petróleo WTI, +1,41%, a US$ 60,34 o barril
- Petróleo Brent, +1,30%, a US$ 64,70 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,24%, a 819,50 iuanes (US$ 117,52)
Bolsas da Europa operam com leves perdas
As ações europeias reduziam seus ganhos após atingirem uma máxima recorde nesta terça-feira, com os investidores analisando várias atualizações corporativas antes de dados de inflação dos Estados Unidos. A fabricante suíça de produtos químicos para construção Sika informou uma queda de 4,8% nas vendas anuais nesta terça-feira, levando suas ações a recuarem 6,7%, para o menor nível desde novembro. A construtora britânica Persimmon também apresentou uma perspectiva cautelosa para 2026, após informar que vendeu mais casas do que o esperado no ano passado. As atualizações ajudarão a orientar o sentimento enquanto os mercados se preparam para o relatório de inflação nos Estados Unidos, onde as perspectivas para a política monetária foram afetadas por um confronto entre o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, e o presidente Donald Trump.
- STOXX 600: -0,21%
- DAX (Alemanha): -0,23%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,01%
- CAC 40 (França): -0,56%
- FTSE MIB (Itália): -0,11%
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam de forma mista, com os investidores ignorando as tensões geopolíticas no Irã e na Venezuela, bem como a investigação criminal contra o presidente do Federal Reserve dos EUA, Jerome Powell . O índice Nikkei, do Japão, subiu mais de 3%, liderando os ganhos na região após a retomada das negociações depois de um feriado. O Partido Liberal Democrático (PLD), que governa o Japão, deve dissolver a Câmara Baixa ainda este mês e optar por eleições antecipadas, provavelmente em fevereiro, segundo a emissora pública NHK .
- Nikkei (Japão): +3,10%
- Shanghai SE (China), -0,64%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,90%
- Nifty 50 (Índia): -0,45%
- ASX 200 (Austrália): +0,56%
EUA: índices futuros recuam antes de dados de inflação
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (13), com atenções divididas entre a divulgação de dados de inflação ao consumidor (CPI) e dos resultados financeiros do JPMorgan. O CPI de dezembro deve fornecer um panorama mais completo dos preços após as distorções causadas pela prolongada paralisação do governo americano. O consenso LSEG projeta que o relatório mostre um aumento de 2,7% nos preços nos doze meses encerrados em dezembro. O foco sobre a inflação ao consumidor ganhou ainda mais relevância após o relatório de emprego (payroll) de dezembro indicar um mercado de trabalho levemente mais fraco, embora ainda resiliente. Esse cenário tende a reforçar a percepção de que o Federal Reserve (Fed) pode postergar o início do ciclo de cortes de juros. Atualmente, os contratos futuros de Fed Funds precificam dois cortes de 0,25 ponto percentual ao longo deste ano, com início esperado em junho, segundo a ferramenta FedWatch, da CME.
- Dow Jones Futuro: -0,15%
- S&P 500 Futuro: -0,17%
- Nasdaq Futuro: -0,29%
Abertura de mercados
Investidores aguardam nesta terça-feira a divulgação de dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos e balanços de bancos, enquanto as questões geopolíticas continuam pairando sobre os mercados. A promessa na segunda-feira do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% a qualquer país que faça negócios com o Irã e seus ataques à independência do Federal Reserve aumentaram a incerteza nos mercados, mantendo os investidores cautelosos. Os dados de inflação dos EUA serão divulgados às 10h30, com expectativa de alta de 0,3% em dezembro em meio a preços mais altos de alimentos e energia, principalmente eletricidade por causa dos data centers, apontou uma pesquisa da Reuters com economistas. Nos 12 meses até dezembro, a previsão é de que o índice tenha subido 2,7%, igualando a leitura de novembro. Já a temporada de balanços começa esta semana com os resultados de bancos, incluindo JPMorgan Chase, Bank of New York Mellon, Citigroup e Bank of America. Na agenda nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participam do lançamento da plataforma digital da Reforma Tributária, às 15h. Em seguida, ambos têm reunião, segundo a agenda de Lula. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com leves ganhos
Investidores em Wall Street começaram o dia com estresse elevado por conta da pressão que o Departamento de Justiça fez sobre o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, mas foram aliviando a tensão durante o dia e chegou a fazer o S&P 500 bater novo recorde histórico. “De certa forma, isso não importa muito”, disse à CNBC Rob Williams, estrategista-chefe de investimentos da Sage. “Acho que é apenas ruído, e nem está influenciando muito as taxas de juros, o foco estará nos dados”, continuou ele, referindo-se à divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) de dezembro nesta terça-feira.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,17 | 49.590,20 |
| S&P 500 | 0,16 | 6.977,32 |
| Nasdaq | 0,26 | 23.733,90 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,730 | -0,030 |
| DI1F28 | 13,005 | -0,060 |
| DI1F29 | 12,995 | -0,065 |
| DI1F31 | 13,285 | -0,060 |
| DI1F32 | 13,395 | -0,070 |
| DI1F33 | 13,450 | -0,055 |
| DI1F34 | 13,475 | -0,055 |
| DI1F35 | 13,485 | -0,045 |
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,12%
O dólar comercial voltou a subir diante do real, após a queda de sexta (9). O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,28%, aos 98,86 pontos.
- Venda: R$ 5,372
- Compra: R$ 5,372
- Mínima: R$ 5,351
- Máxima: R$ 5,385
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CURY3 | -3,97 | 32,41 |
| MGLU3 | -3,38 | 8,58 |
| SBSP3 | -3,22 | 127,26 |
| CEAB3 | -2,59 | 10,51 |
| DIRR3 | -2,44 | 13,58 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| SMTO3 | 10,66 | 16,50 |
| VAMO3 | 8,18 | 3,57 |
| ASAI3 | 4,55 | 7,36 |
| BRAV3 | 4,50 | 17,41 |
| MBRF3 | 4,11 | 19,78 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 33.004 | 0,03 |
| CPLE3 | 28.917 | 0,47 |
| AXIA3 | 27.977 | -1,27 |
| B3SA3 | 26.953 | 0,21 |
| PETR4 | 26.864 | 0,20 |
Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,13%, aos 163.150,35 pontos
- Máxima: 163.493,22
- Mínima: 162.277,01
- Diferença para a abertura: -219,96 pontos
- Volume: R$ 18,20 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (12): -0,13%
- Semana: -0,13%
- Janeiro: +1,26%
- 1T26: +1,26%
- 2026: +1,26%
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