
Ibovespa hoje
- Tensões geopolíticas pesam sobre mercados antes de discurso de Trump em Davos.
- Lagarde diz que economia europeia precisa de “revisão profunda” para enfrentar a nova ordem mundial.
- Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Secretário do Tesouro dos EUA não está preocupado com liquidação de Treasuries
Berkshire Hathaway pode se desfazer da Kraft Heinz; ações da fabricante recuam
Em setembro, Warren Buffett afirmou estar desapontado com o plano de voltar a dividir a companhia em duas.
UE está em encruzilhada rumo a mais independência, diz Ursula von der Leyen
A União Europeia precisa acelerar seu esforço de independência para se defender em um mundo em rápida mudança, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, nesta quarta-feira. “Estamos em uma encruzilhada. A Europa prefere o diálogo e as soluções — mas estamos totalmente preparados para agir, se necessário, com unidade, urgência e determinação”, afirmou von der Leyen em um discurso no Parlamento Europeu. “Neste mundo cada vez mais sem lei, a Europa precisa de suas próprias alavancas de poder”, disse ela. “Nós as conhecemos: Uma economia forte, um mercado único e uma base industrial prósperos, uma forte capacidade de inovação e tecnologia, sociedades unidas e, acima de tudo, uma capacidade real de nos defendermos.” Von der Leyen disse que é “mais importante do que nunca” manter o foco na Ucrânia, enquanto a UE trabalha com os EUA e outros parceiros para fortalecer a segurança na região do Ártico.
Lula lidera todos cenários eleitorais, Flávio e Tarcísio têm desempenho idêntico em 2º turno, diz Atlas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com folga todos os cenários de primeiro turno para eleição presidencial de outubro deste ano, com chances inclusive de vencer em primeiro turno, e mantém a liderança nas simulações de segundo turno, mostrou pesquisa Atlas divulgada nesta quarta-feira. De acordo com o levantamento, encomendado pela Bloomberg, os dois possíveis candidatos do campo bolsonarista — o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) — registram desempenho idêntico contra o petista em um segundo turno. Em um cenário em que tanto Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, e Tarcísio são candidatos, Lula aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Flávio aparece com 28% e Tarcísio soma 11%. Entre os demais candidatos, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), tem 3%, mesmo percentual de Renan Santos, do partido Missão, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), os governadores de Minas, Romeu Zema (Novo), e do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), aparecem com 2% cada e o ex-ministro Aldo Rebelo (Democracia Cristã) tem 1%. Brancos e nulos somam 2%.
Confira o calendário de resultados do 4º trimestre de 2025 da Bolsa brasileira
Azul aprova plano de negócios atualizado e confirma aporte adicional de US$100 mi
A Azul disse na madrugada desta quarta-feira que aprovou um plano de negócios atualizado, anunciou novos aportes para que a saída ocorra antecipadamente, conforme fato relevante. De acordo com a empresa, o novo plano mantém a expectativa de saída do Chapter 11 de maneira “significativamente mais saudável, com menor endividamento total, menores passivos de arrendamento e pagamentos de arrendamento de aeronaves, bem como uma alavancagem consideravelmente inferior”. A saída do Chapter 11 está prevista para fevereiro deste ano, de acordo com outro comunicado emitido pela companhia. A companhia aérea informou que também foi feito um aporte adicional de US$100 milhões por parte de determinados credores e stakeholders para apoiar a saída da empresa do Chapter 11, o que eleva o montante total de investimentos a serem captados pela empresa para US$950 milhões. A Azul informou também que realizará uma nova oferta pública de ações a fim de captar até US$950 milhões. As ações serão emitidas com 30% de desconto em relação ao valor da empresa definido no plano do Chapter 11.
Tarcísio cancela visita a Bolsonaro na cadeia prevista para quinta
Anúncio se dá no contexto de pressão por candidatura de Flávio, mas governador alegou apenas que tem compromissos de agenda em São Paulo.
Kremlin diz que é preciso mais clareza sobre comentários de Trump de “arma sônica secreta” dos EUA
O Kremlin disse na quarta-feira que é necessária mais clareza sobre o que o presidente dos EUA, Donald Trump, quis dizer quando falou que os Estados Unidos possuem uma arma “sônica secreta” que havia sido usada durante a captura do presidente da Venezuela Nicolás Maduro. Trump declarou em uma entrevista à NewsNation que “ninguém mais” tem a arma, que ele disse ter sido usada quando Washington capturou Maduro no início deste mês. Questionado sobre as falas de Trump, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia tem serviços especiais encarregados de coletar e analisar informações e que esses serviços estavam fazendo seu trabalho.
Trump chega a Davos após pane no avião para aguardado discurso sobre Groenlândia
Presidente dos EUA fala no Fórum Econômico Mundial em meio a tensões com a Europa e disputa sobre a Groenlândia.
Lagarde diz que economia europeia precisa de “revisão profunda” para enfrentar a nova ordem mundial
A economia europeia precisa de uma “revisão profunda” para enfrentar “o início de uma nova ordem internacional”, disse a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, à rádio francesa RTL nesta quarta-feira. Lagarde disse que espera apenas um leve efeito inflacionário das tarifas dos Estados Unidos, com um impacto mais forte na Alemanha do que na França, mas acrescentou que os países europeus seriam muito mais fortes se eliminassem as barreiras comerciais não tarifárias dentro do bloco. “Como temos uma inflação sob controle de 1,9%, o impacto será mínimo. O que é muito mais sério … é o grau de incerteza criado por essas constantes reviravoltas”, disse ela, referindo-se à ameaça de tarifas mais altas. O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu no sábado implementar tarifas crescentes a partir de 1º de fevereiro sobre os membros da UE Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Holanda e Finlândia, juntamente com o Reino Unido e a Noruega, até que os EUA tenham permissão para comprar a Groenlândia, uma medida que os principais estados da UE classificaram como chantagem.
Mastercard executa dívidas de controlada do Master e vira acionista de BRB e Westwing
Empresa informou que pretende alienar as ações de ambas as empresas.
Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank
Medida cita insolvência da instituição e vínculo de controle com o Banco Master.
Além da saída confirmada de Gleisi, Lula deve perder 21 ministros para eleições
Avaliação no PT é que uma chapa no Paraná com o deputado estadual Requião Filho como nome ao governo ‘passa a ser muito competitiva’.
Barris de petróleo e minério de ferro recuam
Os preços do petróleo recuavam, pressionados pelas investidas de Trump para anexar a Groenlândia, enquanto os investidores aguardavam novas informações da Agência Internacional de Energia sobre a perspectiva de um grande excedente de capital. As cotações do minério de ferro na China caíram pela quinta sessão consecutiva, após a Rio Tinto, maior fornecedora mundial, divulgar fortes embarques de minério de ferro no quarto trimestre, enquanto preocupações com inspeções de segurança pressionaram o mercado chinês.
- Petróleo WTI, -1,03%, a US$ 59,74 o barril
- Petróleo Brent, -1,05%, a US$ 64,24 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,32%, a 784,00 iuanes (US$ 112,62)
Bolsas da Europa operam com viés negativo
Os mercados europeus operam no vermelho, com todas as atenções voltadas para o discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial. O discurso do presidente será acompanhado de perto, pois ocorre em meio a crescentes tensões entre os EUA e seus aliados europeus sobre o território dinamarquês da Groenlândia, que Trump deseja comprar.
- STOXX 600: -0,29%
- DAX (Alemanha): -0,52%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,06%
- CAC 40 (França): -0,00%
- FTSE MIB (Itália): -0,64%
Bolsas da Ásia encerram dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, enquanto a queda acentuada nos mercados globais de títulos também deu uma pausa, proporcionando algum alívio aos investidores que estavam em meio a uma tempestade perfeita de preocupações com a exposição a ativos americanos e um aumento nos custos de empréstimos do governo japonês. O rendimento dos títulos com vencimento em 40 anos caiu 6 pontos-base desde então, após um aumento de 26 pontos-base na terça-feira. Os temores de um gasto público massivo sob o governo do primeiro-ministro japonês Sanae Takaichi ainda persistem, atraindo críticas da oposição .
- Shanghai SE (China), +0,08%
- Nikkei (Japão): -0,41%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,37%
- Nifty 50 (Índia): -0,26%
- ASX 200 (Austrália): -0,37%
EUA: índices futuros têm leves ganhos
Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta quarta-feira (21), após tombo da véspera, com todas as atenções voltadas para o Fórum Econômico Mundial em Davos, onde o presidente dos EUA, Donald Trump, deverá se reunir com líderes europeus para discutir a questão da Groenlândia e proferir seu discurso. Todos os três principais índices registraram na terça-feira seus piores desempenhos diários desde 10 de outubro, com Trump reiterando sua pressão para adquirir a Groenlândia e ameaçar impor tarifas de 200% sobre o vinho e o champanhe franceses, depois que o presidente francês, Emmanuel Macron, teria recusado um papel no “Conselho de Paz” proposto por Trump para Gaza.
- Dow Jones Futuro: +0,17%
- S&P 500 Futuro: +0,27%
- Nasdaq Futuro: +0,20%
Abertura de mercados
Investidores permanecem apreensivos em relação às tensões geopolíticas enquanto aguardam discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial em Davos nesta quarta-feira. Até o momento, Trump deu poucos indícios de que irá reduzir as ameaças tarifárias para adquirir a Groenlândia, e as ações globais recuavam e algumas medidas de estresse dos mercados permaneciam elevadas. Trump reforçou sua retórica sobre a Groenlândia, dizendo que “não há volta” em seu objetivo de controlar a ilha, recusando-se a descartar tomá-la à força. Crucial para os mercados, sua ameaça de tarifas sobre a Europa também reacendeu temores de uma guerra comercial global. Todas as atenções agora se voltam para o Fórum Econômico Mundial em Davos, onde Trump fará um discurso mais tarde, que poderá tanto acalmar quanto inflamar as tensões com a Europa. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com perdas amplas
Investidores em Wall Street voltaram do feriado do Martin Luther King Day de modo amargo, diante das novas tarifas anunciadas pelo governo Trump para os aliados na Europa, tentando pressionar para conseguir obter a Groenlândia. “Com a folga dos EUA ontem, as implicações das ameaças de tarifas sobre a Groenlândia ainda não haviam se refletido completamente nos mercados financeiros”, disse Jim Reid, do Deutsche Bank, em uma nota republicada pela CNBC. “Os mercados reagiram, mas claramente há espaço para movimentos maiores se a retórica se intensificar ainda mais. Há crescentes temores de algum tipo de escalada comercial retaliatória por parte da Europa, com declarações cada vez mais contundentes de diversas autoridades”, acrescentou.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -1,76 | 48.488,65 |
| S&P 500 | -2,06 | 6.796,92 |
| Nasdaq | -2,39 | 22.954,32 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,810 | 0,050 |
| DI1F28 | 13,230 | 0,090 |
| DI1F29 | 13,280 | 0,110 |
| DI1F31 | 13,610 | 0,130 |
| DI1F32 | 13,730 | 0,135 |
| DI1F33 | 13,800 | 0,140 |
| DI1F35 | 13,840 | 0,135 |
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,30%
O dólar comercial retomou a trajetória de alta diante do real, depois da baixa na véspera. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,78%, aos 98,62 pontos.
- Venda: R$ 5,380
- Compra: R$ 5,380
- Mínima: R$ 5,359
- Máxima: R$ 5,409
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CSNA3 | -3,04 | 8,93 |
| USIM5 | -2,99 | 6,17 |
| B3SA3 | -2,85 | 14,67 |
| HAPV3 | -1,93 | 13,23 |
| CMIN3 | -1,44 | 5,46 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| TIMS3 | 4,98 | 24,25 |
| CEAB3 | 4,34 | 10,09 |
| VIVT3 | 3,97 | 34,05 |
| SBSP3 | 3,10 | 127,84 |
| CYRE3 | 3,01 | 25,36 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| B3SA3 | 56.994 | -2,85 |
| VALE3 | 45.413 | 1,92 |
| BBAS3 | 34.819 | 1,08 |
| PETR4 | 31.575 | 0,37 |
| PRIO3 | 29.465 | 1,07 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,87%, aos 166.276,90 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 166.467,56 (máxima histórica)
- Mínima: 163.574,67
- Diferença para a abertura: +1.427,63 pontos
- Volume: R$ 23,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (19): +0,03%
- Terça-feira (20): +0,87%
- Semana: +0,90%
- Janeiro: +3,20%
- 1T26: +3,20%
- 2026: +3,20%
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