
B3 (B3SA3) registra alta de 3,4% no volume negociado em novembro
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para janeiro de 2026 está em 73%
| 28/01 | 18/03 | |
| 3,75%-3,50% | 73,4% | 50,4% |
| 3,50%-3,25% | 26,6% | 41,3% |
| 3,50%-3,25% | – | 8,3% |
Empresário Do Kwon é condenado a 15 anos de prisão por escândalo da cripto Terra-Luna
Juiz de Nova York afirma que esquema liderado pelo sul-coreano causou perdas superiores a US$ 40 bilhões a investidores.
BC do Japão prometerá mais aumentos de juros na reunião da próxima semana, segundo fontes
O Banco do Japão provavelmente manterá o compromisso de continuar elevando a taxa de juros na próxima semana, mas enfatizará que o ritmo de novos aumentos dependerá de como a economia reagirá a cada alta, disseram três fontes familiarizadas com seu raciocínio. Os mercados precificaram quase que totalmente a chance de um aumento de juros de 0,5%, para 0,75%, na reunião de 18 e 19 de dezembro, depois que o presidente Kazuo Ueda basicamente pré-anunciou tal movimento. As atenções se voltaram para o quanto o banco central pode aumentar a taxa antes que ela atinja um nível neutro, que não estimula nem esfria o crescimento. Embora o banco central possa atualizar internamente sua estimativa sobre a distância entre a taxa de juros e os níveis considerados neutros, ele não usará a estimativa como a principal ferramenta de comunicação sobre a trajetória futura da política monetária, dada a dificuldade de se chegar a uma projeção precisa, disseram as fontes. Em vez disso, o Banco do Japão explicará que as decisões sobre futuros aumentos serão tomadas considerando como as altas anteriores afetam os empréstimos bancários, as condições de financiamento das empresas e outras atividades econômicas, disseram as fontes. (Reuters)
Sanepar aprova plano de investimento 2026-2030 de R$ 13 bilhões
Sanepar aprova plano de investimento 2026-2030 de R$13 bi.
GPS aprova R$220 mil de dividendos intercalares e aumenta capital social
A GPS aprovou, na noite de quinta-feira, a distribuição de dividendos intermediários de R$220 milhões de reais, correspondentes R$0,32 por ação ordinária. Os dividendos serão pagos em 6 de fevereiro aos acionistas registrados em 16 de dezembro, informou a empresa na ata de reunião do conselho de administração. A companhia aprovou ainda um aumento do capital social de R$1,37 bilhão, para R$3,39 bilhões, mediante capitalização do saldo contábil da reserva estatutária de lucros. O aumento de capital será efetivado mediante a emissão de 72,7 milhões de ações bonificadas, atribuídas a título de bonificação, na proporção de 0,10738424524 ação bonificada para cada ação ordinária no dia 16 de dezembro.
Trump volta a ameaçar Venezuela e diz que ataques terrestres estão próximos
Presidente americano falou em interceptação de supostos transportes de drogas no país.
Barris de petróleo sobem e minério de ferro recua
Os preços do petróleo avançam nesta quinta-feira, recuperando parte das perdas após terem registrado a menor cotação de fechamento em quase dois meses. O movimento é sustentado pelo clima de maior otimismo nos mercados financeiros globais. As cotações do minério de ferro na China fecharam em queda, pressionadas pela demanda mais fraca na China e pelo aumento dos estoques portuários, embora a promessa de Pequim de estímulo fiscal e estabilização do mercado imobiliário tenha limitado as perdas.
- Petróleo WTI, +0,03%, a US$ 57,62 o barril
- Petróleo Brent, +0,01%, a US$ 61,29 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,33%, a 760,50 iuanes (US$ 107,75)
Bolsas da Europa avançam juntas com otimismo em Wall Street
Os mercados europeus operam em alta, com o otimismo de Wall Street contagiando a Europa. Investidores também acompanham de perto as tensões entre Ucrânia e Rússia nesta sexta-feira, após o alerta do secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, de que a Europa deve se preparar para um cenário de guerra. A declaração ocorre um dia depois de o Banco Central da Rússia classificar como ilegal o plano europeu de usar ativos russos congelados para financiar a Ucrânia. Governos da União Europeia devem tentar fechar um acordo sobre a proposta ainda hoje, segundo informações preliminares.
- STOXX 600: +0,35%
- DAX (Alemanha): +0,38%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,23%
- CAC 40 (França): +0,67%
- FTSE MIB (Itália): +0,59%
Bolsas da Ásia fecham dia com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em alta, acompanhando os ganhos de Wall Street, após dois importantes índices atingirem novos recordes na sequência da recente decisão do Fed de cortar as taxas de juros. O banco central reduziu na quarta-feira sua taxa de juros em 0,25 ponto percentual, colocando-a na faixa de 3,5% a 3,75%. Os líderes chineses prometeram na quinta-feira manter uma política fiscal “proativa” no próximo ano, que estimularia tanto o consumo quanto o investimento para sustentar o alto crescimento econômico, que os analistas esperam que Pequim mantenha com meta de aproximadamente 5%.
- Shanghai SE (China), +0,41%
- Nikkei (Japão): +1,37%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +1,75%
- Nifty 50 (Índia): +0,50%
- ASX 200 (Austrália): +1,23%
EUA: índices futuros operam mistos
Os índices futuros dos EUA operam mistos nesta sexta-feira (12), após a rotação de investidores de ações de tecnologia para papéis de valor e cíclicos ter impulsionado o Dow Jones e o S&P 500 a novos recordes. Na quinta-feira, investidores reduziram a exposição às empresas de IA de alto crescimento, movimento que ganhou força após o terceiro corte de juros do Fed neste ano. O Nasdaq Composite ficou para trás, pressionado pelo tombo da Oracle, cujo balanço reacendeu preocupações sobre a sustentabilidade da onda de IA e arrastou gigantes como Google e Nvidia. A pressão pode persistir depois que a previsão de vendas da Broadcom (AVGO) frustrou expectativas no segmento de IA. As ações caíram cerca de 4% no pré-mercado, apesar do resultado trimestral acima do esperado e da projeção de duplicação da receita com chips ligados à IA. Declarações cautelosas do CEO intensificaram o pessimismo.
- Dow Jones Futuro: +0,21%
- S&P 500 Futuro: -0,14%
- Nasdaq Futuro: -0,49%
Abertura de mercados
A semana termina com o foco voltado para o presidente Luiz Inácio Lula da Siva, enquanto no exterior as atenções recaem sobre as perspectivas de política monetária nos Estados Unidos em 2026. Pela manhã, Lula participa da Conferência Nacional dos Direitos Humanos, em Brasília. À tarde ele segue para São Paulo, onde comparece à cerimônia de inauguração do SBT News. No exterior, investidores avaliam o corte da taxa de juros pelo Federal Reserve e mantinham expectativas positivas para reduções adicionais em 2026. O Fed cortou os juros conforme esperado nesta semana, mas os comentários do chair Jerome Powell e o comunicado foram vistos pelos investidores como menos “hawkish” do que o esperado. Os investidores enfrentam incertezas sobre o rumo da política monetária dos Estados Unidos no próximo ano, já que as tendências de inflação e a força do mercado de trabalho permanecem pouco claras. Operadores precificam dois cortes de juros em 2026, em contraste com as autoridades do banco central, que veem apenas um corte no próximo ano e outro em 2027. Pairavam ainda as preocupações sobre as avaliações elevadas de empresas de tecnologia e inteligência artificial após as previsões da Oracle e da Broadcom falharem em impressionar os investidores. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street fugiram das ações de tecnologia e correram para as tradicionais, o que fez o Dow Jones se elevar. As preocupações foram renovadas sobre o setor de Inteligência Artificial, com os resultados da Oracle reacendendo os temores sobre as ações de tecnologia de alto desempenho, mesmo após o mais recente corte na taxa de juros do Federal Reserve ter impulsionado os mercados de ações dos EUA na sessão anterior. As ações da Oracle despencaram depois que a empresa de computação em nuvem divulgou receita trimestral decepcionante e elevou sua previsão de gastos, aumentando as preocupações com a dívida da empresa.
- Dow Jones: +1,34%
- S&P 500: +0,21%
- Nasdaq: -0,26%
Dólar comercial fechou ontem com baixa de 1,17%
O dólar voltou a cair diante do real, após duas altas seguidas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,47%, aos 98,32 pontos.
- Venda: R$ 5,404
- Compra: R$ 5,404
- Mínima: R$ 5,395
- Máxima: R$ 5,474
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,07%, aos 159.189,10 pontos
- Máxima: 159.850,00
- Mínima: 158.097,88
- Diferença para a abertura: +116,66 pontos
- Volume: R$ 22,60 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (8): +0,52%
- Terça-feira (9): -0,13%
- Quarta-feira (10): +0,69%
- Quinta-feira (11): +0,07%
- Semana: +1,12%
- Dezembro: +0,08%
- 4T25: +8,45%
- 2025: +32,10%
Receba as principais notícias de economia, investimentos e negócios no seu celular! Inscreva-se no canal do InfoMoney no WhatsApp agora.
Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.
Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com lara.rizerio@infomoney.com.br.
IM Trader: notícias, análises, vídeos, podcasts e guias no novo canal do InfoMoney sobre Mercados.
The post Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta sexta appeared first on InfoMoney.



