
Ibovespa hoje
- BC vê moderação da atividade e diminuição da inflação, mas defende manter vigilância.
- Relatórios de emprego atrasados dos EUA devem mostrar abrandamento do mercado de trabalho.
- Câmara aprova texto-base do segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
Haddad planeja saída da Fazenda até março e quer Durigan como substituto, diz jornal
Ministro avalia deixar o cargo antes de março, após entrada em vigor da isenção do IR até R$ 5 mil.
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para janeiro de 2026 está em 75%
| 28/01 | 18/03 | |
| 3,75%-3,50% | 75,6% | 49% |
| 3,50%-3,25% | 24,4% | 42,4% |
| 3,50%-3,25% | – | 8,6% |
Quem é Macário Júdice Neto, o desembargador preso pela PF que relata caso de TH Jóias
Magistrado do TRF-2 voltou ao cargo graças a decisão do CNJ em novembro de 2022, após 17 anos afastado por acusações de venda de sentenças e agora é alvo da Operação Unha e Carne 2.
UE corre para conquistar apoio da Itália a acordo comercial com Mercosul, diz parlamentar do bloco
A Alemanha e o Executivo da União Europeia estão fazendo uma última tentativa para convencer a Itália a apoiar um acordo de livre comércio com o Mercosul, que fracassará se não for assinado em breve, disse um importante parlamentar da União Europeia nesta terça-feira. Um pacto comercial com o Mercosul, que vem sendo elaborado há cerca de 25 anos, seria o maior da UE em termos de cortes tarifários. Alemanha, Espanha e os países nórdicos afirmam que o acordo ajudará as exportações atingidas pelas tarifas comerciais dos Estados Unidos e reduzirá a dependência da China, fornecendo acesso a minerais. Mas os críticos temem que commodities baratas inundem o mercado europeu, incluindo a carne bovina, em detrimento dos agricultores europeus. Com a Polônia se opondo totalmente e a França pressionando por um adiamento, o lobby se concentrou na Itália. O chefe do comitê de comércio do Parlamento Europeu, Bernd Lange, disse à Reuters que isso incluiu uma reunião no final da segunda-feira entre a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, o chanceler alemão, Friedrich Merz, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. (Reuters)
Câmara vota projeto que corta benefícios fiscais e pode render quase R$ 20 bi em 2026
Se aprovado pelos deputados, o texto ainda precisa passar pelo Senado antes de seguir para sanção presidencial. Nada muda para incentivos constitucionais, como os da Zona Franca de Manaus.
Trump pede indenização de até US$10 bilhões à BBC por edição do discurso de 6 de janeiro
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, processou a BBC em até US$10 bilhões em danos por causa de trechos editados de um discurso que fez parecer que ele orientou seus apoiadores a invadir o Capitólio dos EUA, abrindo uma frente internacional em sua luta contra a cobertura da mídia que ele considera falsa ou injusta. Trump acusou a emissora pública do Reino Unido de difamá-lo ao juntar partes de um discurso de 6 de janeiro de 2021, incluindo um trecho em que ele disse aos apoiadores para marchar no Capitólio e outro em que ele disse “lute como o inferno”. Foi omitido um trecho em que ele pediu um protesto pacífico. A ação judicial de Trump alega que a BBC o difamou e violou uma lei da Flórida que proíbe práticas comerciais enganosas e injustas. Ele está buscando US$5 bilhões em danos para cada uma das duas acusações do processo. A BBC disse que se defenderá no caso e não fará nenhum outro comentário. A BBC já havia se desculpado com Trump, admitido um erro de julgamento e reconhecido que a edição deu a impressão errônea de que ele havia feito um apelo direto à ação violenta. Mas a empresa disse que não há base legal para processá-la. (Reuters)
Oposição pressiona para PL da Dosimetria ter desfecho rápido
Aliados de Jair Bolsonaro defendem que texto seja votado e vá direto para a sanção.
Vendas de café 25/26 do Brasil alcançam 69% da produção, aponta Safras
A comercialização de café da safra 2025/26 do Brasil atingiu 69% da produção prevista até 10 de dezembro, um avanço de 7 pontos percentuais em relação ao mês anterior, segundo levantamento mensal da Safras & Mercado divulgado nesta terça-feira. As vendas continuam abaixo do ritmo observado no mesmo período do ano passado (79%) e também inferior à média dos últimos cinco anos (74%), de acordo com a Safras. “O produtor segue na defensiva, dosando as vendas e administrando o bom momento de preços, sem pressa”, observou a consultoria, em nota. Entre as variedades, as vendas de café arábica alcançaram 67% da produção, ante 77% registrados em igual período do ano passado e da média de 72%, com produtores mais retraídos em função da menor safra colhida neste ano. Já a comercialização de conilon/robusta somou 71% da produção até 10 de dezembro, ainda bem abaixo dos 84% do ano passado e da média de 79% em cinco anos.
Bolsa brasileira entrou claramente em “bull market”, diz Santander; entenda por quê
“Um dos sinais mais claros de um verdadeiro ‘bull market’ é quando surpresas negativas provocam apenas correções leves”, avalia estrategista do banco.
Petrobras quer ampliar poder na Braskem e considera oportunidade em ativos, diz CEO
Sobre o futuro da empresa, Magda reafirmou o compromisso da Petrobras com a transição para energias limpas, alinhada ao compromisso do governo brasileiro de alcançar a neutralidade de carbono até 2050.
Relatórios de emprego atrasados dos EUA devem mostrar abrandamento do mercado de trabalho
O crescimento do emprego nos Estados Unidos provavelmente se recuperou em novembro, após um declínio previsto em outubro devido ao corte de custos do governo federal, previram economistas, um cenário ainda consistente com um enfraquecimento gradual do mercado de trabalho. O Escritório de Estatísticas do Trabalho do Departamento do Trabalho publicará nesta terça-feira o relatório de emprego atrasado de novembro e uma atualização parcial de outubro, que não incluirá a taxa de desemprego e outras métricas depois que a paralisação de 43 dias do governo impediu a coleta de dados. Economistas disseram que, embora a interpretação dos dados seja um desafio, eles não acreditam que o mercado de trabalho tenha se desviado muito de seu padrão recente de contratações em baixa velocidade e aumento lento na taxa de desemprego. Eles afirmam que os empregadores se retraíram nas contratações devido ao que alguns descreveram como um choque causado pelas tarifas de importação abrangentes do presidente Donald Trump. As tarifas de importação aumentaram os preços de muitos produtos, fazendo com que os consumidores, principalmente as famílias de baixa e média renda, fossem mais seletivos em suas compras e, por fim, reduzissem seus gastos. (Reuters)
Câmara aprova texto-base do segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária
Lula agradece a Trump por retirada de sanções e diz que há ‘mais a acertar’
Presidente disse esperar que relações comerciais e políticas com os EUA serão normalizadas.
Barris de petróleo caem e minério de ferro avança
Os preços do petróleo operam em baixa, ampliando as perdas de ontem, enquanto traders avaliam as perspectivas de um acordo de paz entre Rússia e Ucrânia, aumentando as expectativas de um possível alívio das sanções ao petróleo russo. As cotações do minério de ferro na China subiram após atingirem a mínima em cinco meses na sessão anterior, sustentadas pela expectativa de uma onda de reabastecimento por parte das siderúrgicas na China para o feriado do Ano Novo Lunar.
- Petróleo WTI, -1,72%, a US$ 55,84 o barril
- Petróleo Brent, -1,62%, a US$ 59,58 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,06%, a 761 iuanes (US$ 107,99)
Mercados da Europa operam sem direção
Os mercados europeus operam de forma mista, com atenções voltadas para dados salariais do Reino Unido, que serão divulgados dias antes da votação decisiva sobre as taxas de juros na quinta-feira, na qual se espera que o presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, mude sua posição e incline a balança para um corte. Os índices de gerentes de compras (PMIs) europeu referentes a dezembro, também em pauta e fornecerão mais informações sobre o panorama econômico para o próximo ano.
- STOXX 600: -0,04%
- DAX (Alemanha): -0,25%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,31%
- CAC 40 (França): +0,11%
- FTSE MIB (Itália): +0,20%
BC vê moderação da atividade e diminuição da inflação, mas defende manter vigilância
O Banco Central afirmou que observa uma moderação gradual da atividade econômica, diminuição da inflação corrente e redução nas expectativas de inflação, conforme o esperado, mas ressaltou que seguirá vigilante e poderá voltar a elevar juros se necessário, mostrou nesta terça-feira a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). “O Comitê avalia que a condução cautelosa da política monetária tem contribuído para se observar ganhos desinflacionários e, mais uma vez, reafirma o firme compromisso com o mandato do Banco Central de levar a inflação à meta”, disse o BC no documento. Na semana passada, o BC decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano e não sinalizou quando poderá iniciar um ciclo de cortes nos juros, reforçando que a manutenção desse nível por período bastante prolongado é a estratégia adequada para levar a inflação à meta. (Reuters)
Zelenskiy diz que Rússia precisa ser responsabilizada por “crime de agressão”
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, disse nesta terça-feira que a Rússia precisa ser responsabilizada pelo “crime de agressão”. Zelenskiy estava falando em Haia antes de uma conferência para estabelecer uma Comissão Internacional de Reivindicações para a Ucrânia, que validará as reivindicações de danos de guerra a serem reembolsados pela Rússia.
Bolsas da Ásia fecham dia em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa generalizada, acompanhando as quedas em Nova York, à medida que os investidores continuaram a se desfazer de suas posições no setor de inteligência artificial. Os números preliminares do índice de gerentes de compras (PMI) mostraram que a atividade empresarial na Austrália cresceu em ritmo mais lento em dezembro, com o PMI composto caindo para 51,1, ante 52,6 em novembro.
- Shanghai SE (China), -1,11%
- Nikkei (Japão): -1,56%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,54%
- Nifty 50 (Índia): -0,42%
- ASX 200 (Austrália): -0,42%
EUA: índices futuros recuam antes de payroll
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (16), ampliando as perdas da sessão anterior, com os investidores cautelosos antes da divulgação do relatório de empregos (payroll) de novembro, considerado crucial para avaliar a trajetória das taxas de juros no próximo ano. O relatório também incluirá uma estimativa do payroll de outubro, dados que foram adiados devido à paralisação do governo federal. O consenso LSEG prevê que foram criadas 40 mil vagas em novembro, uma queda acentuada em relação aos 119 mil postos de trabalhos criados em setembro. Eles também projetam uma taxa de desemprego de 4,4%, estável em comparação com setembro. O relatório de vendas no varejo de outubro também será divulgado. Os dados do payroll prepararão o terreno para mais uma divulgação atrasada na quinta-feira, quando serão revelados os números da inflação ao consumidor (CPI) de novembro. Juntos, esses dois relatórios representam uma parte significativa da “grande quantidade de dados” que o presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que o banco central analisará antes de decidir sobre a taxa de juros em janeiro.
- Dow Jones Futuro: -0,12%
- S&P 500 Futuro: -0,21%
- Nasdaq Futuro: -0,34%
Abertura de mercados
Investidores nacionais voltam suas atenções na manhã desta terça-feira para a ata da última reunião do Banco Central, enquanto no exterior o foco recai sobre uma série de dados dos Estados Unidos. O BC divulga às 8h a ata, com as atenções voltadas para possíveis indicações sobre a trajetória da taxa Selic depois de ela ter sido mantida em 15% na última reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom). A autoridade monetária reforçou que a manutenção desse nível por período bastante prolongado é a estratégia adequada para levar a inflação à meta, e as apostas agora se voltam para um primeiro corte nos juros em março. Ainda na pauta nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa às 11h30 de encontro anual de gestores da Caixa e às 16h de reunião do Conselho de Participação Social, entre outros compromissos. No exterior, investidores adotavam cautela antes da divulgação de dados dos Estados Unidos que podem ajudar a avaliar a trajetória da política monetária pelo Federal Reserve no próximo ano. Além dos relatórios combinados de emprego para outubro e novembro, serão divulgados ainda nesta terça-feira dados sobre as vendas no varejo e o Índice de Gerentes de Compras (PMI). Na quinta a atenção se volta para o relatório de inflação, embora vários detalhes importantes estejam ausentes após a mais longa paralisação do governo na história. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com perdas curtas
Investidores em Wall Street começaram a semana de olho em dados econômicos represados que serão apresentados. Os dados de emprego não-agrícola de novembro, o payroll, serão divulgados na terça-feira, juntamente com os números de vendas no varejo de outubro. Esses relatórios foram adiados devido à paralisação do governo dos EUA que ocorreu recentemente. A preocupação com as empresas de tecnologia segue no radar, com a rotação para outros setores seguindo, como na semana anterior.
- Dow Jones: -0,09%
- S&P 500: -0,16%
- Nasdaq: +0,59%
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,23%
O dólar teve a segunda alta seguida diante do real. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,08%, aos 98,32 pontos.
- Venda: R$ 5,423
- Compra: R$ 5,422
- Mínima: R$ 5,381
- Máxima: R$ 5,425
Ibovespa fechou ontem com alta de 1,07%, aos 162.481,74 pontos
- Máxima: 163.073,14
- Mínima: 160.766,37
- Diferença para a abertura: +1.715,37 pontos
- Volume: R$ 23,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (15): +1,07%
- Semana: +1,07%
- Dezembro: +2,14%
- 4T25: +10,51%
- 2025: +34,16%
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