
Ibovespa hoje
- Mercados mostram alívio após Trump recuar em retórica sobre Gronlândia e tarifas.
- Ibovespa rompe 170 mil pontos e segue em alta.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
AtlasIntel: 69% veem risco de grande caso de corrupção no Brasil em até seis meses
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para janeiro está em 95%
| 28/01 | 18/03 | |
| 3,75%-3,50% | 95% | 82,2% |
| 3,50%-3,25% | 5% | 17,1% |
| 3,25%-3,00% | – | 0,7% |
Suprema Corte dos EUA vê risco em Trump passar por cima do Fed
Os juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos, durante a argumentação sobre a tentativa do presidente Donald Trump de demitir a diretora do Federal Reserve Lisa Cook, pareceram abraçar a ideia de que a independência do banco central para definir a política monetária deve ser preservada e que a erosão dela apresentaria riscos econômicos reais. Se houver um possível dano na forma como a corte proceder, sugeriram os juízes durante os argumentos na quarta-feira, seria o de deixar a porta aberta demais para que os presidentes – agora ou no futuro – removam as autoridades de política monetária e, ao fazê-lo, interrompam mais de um século de permissão para que os banqueiros centrais tomem decisões sobre a taxa de juros livres de pressão política. Essa preocupação foi resumida de forma mais direta pelo juiz conservador Brett Kavanaugh durante uma conversa com o advogado-geral D. John Sauer, encarregado de argumentar por que Trump deveria ter permissão para destituir Cook devido a supostas declarações falsas feitas em pedidos de hipoteca antes de ela ser nomeada para o Fed.
Ray Dalio diz que Trump já acabou com regras da ordem global: ‘Não sejamos ingênuos’
Fundador da Bridgewater alerta para fim já dado ao sistema do pós-guerra, e aconselha como CEOs devem lidar com essa realidade.
Dexco (DXCO3) levanta R$ 1,6 bilhão via Cédulas de Produto Rural
A emissão dessas CPR-Fs foi realizada em série única, com vencimento em até 8 anos, com remuneração de 100% do CDI.
Trump promete que Gaza será desmilitarizada e reconstruída
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quinta-feira, em cerimônia do “Conselho da Paz” em Davos, que há um compromisso para garantir que Gaza seja desmilitarizada e “maravilhosamente reconstruída”.
Chefe da Otan diz que não conversou com Trump sobre Dinamarca ficar com Groenlândia
Rutte fez os comentários em uma entrevista no programa ‘Special Report with Bret Baier’ da Fox News.
Ministério da Economia da Alemanha diz que acordo comercial com Mercosul é promessa que a UE precisa cumprir
O Ministério da Economia da Alemanha disse nesta quinta-feira que a União Europeia deve cumprir seu acordo comercial com o Mercosul para que a UE preserve sua reputação de confiabilidade. Em um post no X, o ministério disse que a assinatura do acordo com o Mercosul foi um sinal importante para o mundo. “Agora devemos manter nossa promessa de ser um parceiro confiável”, disse a ministra da Economia, Katherina Reiche, no post.
Cemig compra participação restante na hidrelétrica Pipoca por R$ 36,3 milhões
A eficácia da operação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais em operações dessa natureza.
EUA se preparam para sair da Organização Mundial da Saúde
Os EUA devem sair oficialmente da Organização Mundial da Saúde nesta quinta-feira, diante dos avisos de que essa decisão afetará tanto a saúde dos EUA quanto a saúde global, além de violar uma lei americana que exige que Washington pague à agência de saúde da ONU US$260 milhões em taxas que deve. O presidente Donald Trump notificou que os EUA deixariam a organização no primeiro dia de sua presidência em 2025, por meio de um decreto. De acordo com a legislação dos Estados Unidos, o país deve avisar com um ano de antecedência e pagar todas as taxas pendentes antes de sair. Nesta quinta-feira, um porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos disse que a falha da OMS em conter, gerenciar e compartilhar informações custou trilhões de dólares aos Estados Unidos e que o presidente exerceu sua autoridade para suspender a transferência futura de quaisquer fundos, apoio ou recursos do governo dos Estados Unidos para a OMS.
Ibovespa rompe 170 mil pontos e segue em alta; até onde vai o rali?
Cenário técnico segue positivo no curto e no médio prazo.
Putin discutirá plano de paz na Ucrânia com enviados dos EUA
O presidente russo, Vladimir Putin, discutirá nesta quinta-feira um possível plano de paz para a Ucrânia com os enviados dos Estados Unidos Steve Witkoff e Jared Kushner em Moscou, depois que o presidente Donald Trump disse que um acordo para acabar com a guerra estava “razoavelmente próximo”. Os EUA mantiveram conversações com a Rússia e, separadamente, com Kiev e líderes europeus, sobre vários projetos diferentes de um plano para pôr fim à guerra na Ucrânia, mas ainda não foi alcançado nenhum acordo, apesar das repetidas promessas de Trump de chegar a um acordo. Putin, falando em uma reunião do Conselho de Segurança Russo na quarta-feira à noite, disse que se encontraria com o enviado especial de Trump, Witkoff, e com o genro de Trump, Kushner, em Moscou para “continuar o diálogo sobre o acordo ucraniano”, bem como sobre a ideia de Trump de um “Conselho de Paz” e a possibilidade de usar ativos russos congelados.
Barris de petróleo caem 1%
Os preços do petróleo operam em baixa, apesar do arrefecimento das tensões geopolíticas sobre a Groenlândia. O presidente dos EUA recuou das ameaças de impor tarifas em sua tentativa de tomar o território dinamarquês. As cotações do minério de ferro na China fecharam perto da estabilidade, com os investidores avaliando os robustos embarques das mineradoras australianas em contraste com o apoio da política monetária chinesa.
- Petróleo WTI, -1,27%, a US$ 59,85 o barril
- Petróleo Brent, -1,23%, a US$ 64,43 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,06%, a 786,50 iuanes (US$ 112,94)
Bolsas da Europa operam com ganhos
Os mercados europeus operam em alta, depois que Trump afirmou que ele e o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, estabeleceram uma “estrutura” para um futuro acordo relacionado à Groenlândia.
- STOXX 600: +1,15%
- DAX (Alemanha): +1,26%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,65%
- CAC 40 (França): +1,09%
- FTSE MIB (Itália): +0,96%
Bolsas da Ásia encerram dia com ganhos
Os mercados da região Ásia-Pacífico se recuperaram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, recuou em suas ameaças de impor tarifas aos países europeus por causa da Groenlândia. O Japão divulgou seus dados comerciais de dezembro, com um crescimento das exportações de 5,1%, abaixo das expectativas da Reuters.
- Shanghai SE (China), +0,14%
- Nikkei (Japão): +1,73%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,17%
- Nifty 50 (Índia): +0,28%
- ASX 200 (Austrália): +0,75%
EUA: índices futuros avançam juntos
Os índices futuros de Nova York operam em alta nesta quinta-feira (22), ampliando os fortes ganhos da véspera, após o presidente dos EUA, Donald Trump, abandonar sua ameaça de impor tarifas à Europa e sinalizar um possível acordo sobre a Groenlândia. O apetite por risco retornou depois que Trump descartou o uso da força militar e afirmou que se absteria de impor tarifas à Europa, citando um acordo sobre a Groenlândia. Os investidores interpretaram as declarações no Fórum Econômico Mundial em Davos como um sinal de alívio das tensões geopolíticas e comerciais.
- Dow Jones Futuro: +0,40%
- S&P 500 Futuro: +0,60%
- Nasdaq Futuro: +0,86%
Abertura de mercados
Um clima de alívio predomina nesta quinta-feira depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou tomar a Groenlândia à força e retirou suas ameaças de tarifas contra oito países europeus. Diante disso, as ações mundiais avançavam, o dólar se estabilizava e o ouro recuava. Depois de dizer que não usará a força, Trump acrescentou em sua plataforma Truth Social que os EUA e a aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) tem um arcabouço para um acordo sobre a Groenlândia e que ele não irá impor as tarifas de importação de 10% que havia ameaçado aplicar sobre bens de oito aliados europeus. Dados dos EUA também ficarão no foco no dia, com o PIB final do terceiro trimestre e o resultado do índice PCE de inflação, com os mercados agora esperando cerca de 45 pontos-base de cortes nos juros do país este ano. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com amplas altas, após falas de Trump
Investidores em Wall Street se animaram após o presidente dos EUA, Donald Trump, falar em Davos, na Suíça, que não pretende usar a força na Groenlândia e que chegou a um acordo com a OTAN para a ilha, o que o fez recuar com relação às tarifas que havia anunciado contra a Europa e que iriam entrar em vigor dia 1º de fevereiro. “Trump é tão imprevisível e muda de direção tão rapidamente. O mercado de ações já não presume que suas declarações serão cumpridas”, disse à CNBC Jed Ellerbroek, gestor de portfólio da Argent Capital Management. “A disputa com a Europa sobre a Groenlândia teria derrubado o mercado de ações muito mais do que os 2% de ontem se os investidores realmente acreditassem que se tratava de uma grande ruptura geopolítica”, seguiu. Mesmo assim, os mercados seguem o fluxo e reagem aos acontecimentos ditados por Trump.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 1,23 | 49.086,22 |
| S&P 500 | 1,16 | 6.875,62 |
| Nasdaq | 1,18 | 23.224,82 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,725 | -0,085 |
| DI1F28 | 13,075 | -0,155 |
| DI1F29 | 13,120 | -0,160 |
| DI1F31 | 13,455 | -0,155 |
| DI1F32 | 13,575 | -0,155 |
| DI1F33 | 13,650 | -0,150 |
| DI1F35 | 13,705 | -0,135 |
Dólar comercial fechou ontem com baixa de 1,13%
O dólar comercial voltou a cair diante do real, depois da alta da véspera. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,16%, aos 98,80 pontos.
- Venda: R$ 5,320
- Compra: R$ 5,319
- Mínima: R$ 5,316
- Máxima: R$ 5,373
Maiores baixas, maiores altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Tim (TIMS3) foi a única baixa de ontem, com menos 1,11%.
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| COGN3 | 10,96 | 4,05 |
| YDUQ3 | 8,91 | 13,08 |
| CEAB3 | 7,93 | 10,89 |
| VAMO3 | 7,49 | 3,73 |
| LREN3 | 6,39 | 14,49 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 117.307 | 3,02 |
| PETR4 | 84.357 | 3,53 |
| B3SA3 | 68.281 | 5,66 |
| BBDC4 | 58.166 | 3,08 |
| ITUB4 | 54.929 | 4,38 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 3,33%, aos 171.816,67 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 171.969,01 (máxima histórica)
- Mínima: 166.277,91
- Diferença para a abertura: +5.539,77 pontos
- Volume: R$ 43,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (19): +0,03%
- Terça-feira (20): +0,87%
- Quarta-feira (21): +3,33%
- Semana: +4,26%
- Janeiro: +6,64%
- 1T26: +6,64%
- 2026: +6,64%
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