
É muito cedo para retirar sanções contra o Irã, diz presidente da Comissão Europeia
Irã apresenta proposta aos EUA para reabrir Ormuz e encerrar a guerra, diz Axios
A iniciativa surge em meio a um impasse diplomático, com divisões internas na liderança iraniana.
China: lucro industrial sobe 15,8% em março e 15,5% no 1º tri, na comparação anual
O resultado prolonga a sequência de altas iniciada em agosto de 2025.
Barris de petróleo avançam com possibilidade de paz no Oriente Médio
Os preços do petróleo sobem após o impasse nas tentativas de retomar as negociações de paz sobre a guerra no Irã, com o Estreito de Ormuz permanecendo praticamente intransitável. As cotações do minério de ferro na China fecharam estáveis, uma vez que a reposição de estoques antes do feriado compensou o aumento das remessas.
- Petróleo WTI, +0,92%, a US$ 95,27 o barril
- Petróleo Brent, +1,20%, a US$ 106,65 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, 0,00%, a 786 iuanes (US$ 114,97)
Bolsas da Ásia encerram dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam mistos, com destaque para as ações do Japão e da Coreia do Sul que atingiram recordes de fechamento, com investidores ignorando o impasse nas negociações entre EUA e Irã. As ações de tecnologia lideraram os ganhos, impulsionadas pelo entusiasmo renovado sobre os gastos com inteligência artificial que elevaram as ações de chips em toda a região. Os lucros das empresas industriais da China cresceram em seu ritmo mais rápido em meio ano no mês passado, somando-se aos sinais mais amplos de uma recuperação econômica desigual no primeiro trimestre, já que os formuladores de políticas se preparam para o impacto da guerra no Oriente Médio.
- Shanghai SE (China), +0,16%
- Nikkei (Japão): +1,38%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,20%
- Nifty 50 (Índia): +0,95%
- ASX 200 (Austrália): -0,23%
Bolsas da Europa operam com ganhos
Os mercados europeus operam em alta, após relatos de uma proposta de paz feita pelo Irã, além de reuniões dos bancos centrais. O Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra divulgam suas mais recentes decisões de política monetária na quinta-feira, e os economistas esperam que os bancos centrais mantenham inalteradas suas taxas de juros em suas respectivas reuniões deste mês, mas deixem a porta aberta para aumentos ainda este ano.
- STOXX 600: +0,37%
- DAX (Alemanha): +0,78%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,21%
- CAC 40 (França): +0,55%
- FTSE MIB (Itália): +0,39%
EUA: índices futuros começam semana de forma mista
Os índices futuros dos EUA operam mistos nesta segunda-feira (27), com o impasse nas negociações de paz com o Irã e uma nova escalada no Estreito de Ormuz impulsionando os preços do petróleo. Apesar da incerteza elevada, o Irã apresentou uma nova proposta aos EUA para a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim da guerra, sugerindo, ao mesmo tempo, o adiamento das negociações nucleares, informou o Axios nesta segunda, citando um funcionário americano e duas fontes com conhecimento do assunto. No sábado, o presidente Donald Trump cancelou os planos de enviar o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e Jared Kushner ao Paquistão para negociações de cessar-fogo relacionadas ao Irã, observando que as negociações poderiam ocorrer por telefone.
- Dow Jones Futuro: -0,11%
- S&P 500 Futuro: -0,02%
- Nasdaq Futuro: +0,14%
INCC-M sobe 1,04% em abril
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 1,04% em abril, acima da taxa de variação de 0,36% observada no mês anterior. Com este resultado, a taxa acumulada em 12 meses pelo índice atingiu 6,28%, representando uma desaceleração em relação a abril de 2025, quando o índice acumulava alta de 7,52% em 12 meses.
Confiança da construção recua em abril
O Índice de Confiança da Construção (ICST), do FGV IBRE, recuou 1,0 ponto em abril, para 92,6 pontos, registrando o menor nível desde março de 2022 (93,4 pontos). Na média móvel trimestral, o índice também apresentou queda, de 0,4 ponto.
Abertura de mercados
Os mercados iniciam uma semana carregada de balanços corporativos e decisões de bancos centrais com o petróleo em alta após estagnação das negociações de paz entre Estados Unidos e Irã. Os futuros do petróleo tipo Brent LCOc1) subiram quase 3%, chegando em determinado momento da sessão a US$108,50 o barril, o nível mais alto em mais de três semanas. A alta alimentou preocupações com a inflação e levou os operadores a praticamente descartar cortes de juros nos mercados desenvolvidos neste ano. A perspectiva para conversas de paz no Oriente Médio permanece incerta. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irã só precisaria telefonar se quiser negociar o fim da guerra. O ministro das Relações Exteriores do Irã desembarcou na Rússia nesta segunda-feira para buscar apoio do presidente russo, Vladimir Putin. Os planos de gastos de capital estarão no foco para empresas como Microsoft, Alphabet, Amazon e Meta Platforms, que divulgarão seus resultados na quarta-feira, enquanto a Apple apresentará seus números um dia depois. Entre os bancos centrais que irão se reunir nesta semana estão Federal Reserve, Banco Central Europeu, Banco do Japão e Banco da Inglaterra, que devem manter os juros. O Banco Central brasileiro anuncia sua decisão na quarta, com expectativa de novo corte de 0,25 ponto percentual na Selic. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam a sexta e a semana de forma mista
Investidores em Wall Street estão de olho no avanço das negociações entre Irã e EUA, com delegações se dirigindo para Islamabad, capital do Paquistão. Mas o mercado está tentando deixar de lado esses acontecimentos geopolíticos. Robert Conzo, diretor-executivo da The Wealth Alliance, acredita que, independentemente do que aconteça em Islamabad, o mercado está “quase deixando[o conflito de lado e simplesmente ignorando-o”, embora as notícias vindas do Oriente Médio ainda possam influenciar. “O que está acontecendo é que o mercado está dizendo: ‘Ok, essas são questões de curto prazo, ou talvez seja muito mais conversa do que realidade, e vamos, para resumir, voltar aos fundamentos’”, disse à CNBC. “Os investidores se sentem confiantes em relação a esses fundamentos, especificamente nos EUA, e é isso que está realmente impulsionando o mercado”.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | -0,12 | -0,44 |
| S&P 500 | 0,80 | 0,54 |
| Nasdaq | 1,63 | 1,50 |
DIs: juros futuros terminaram sexta com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,095 | -0,045 |
| DI1F28 | 13,630 | -0,080 |
| DI1F29 | 13,470 | -0,105 |
| DI1F31 | 13,495 | -0,130 |
| DI1F32 | 13,540 | -0,135 |
| DI1F33 | 13,560 | -0,125 |
| DI1F34 | 13,575 | -0,125 |
| DI1F35 | 13,550 | -0,130 |
Dólar comercial fechou sexta em queda de 0,10%, valendo R$ 4,998
O dólar comercial voltou a cair diante do real, após a alta de véspera. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,23%, aos 98,54 pontos. Câmbio acumulou alta de 0,32% na semana.
- Venda: R$ 4,998
- Compra: R$ 4,997
- Mínima: R$ 4,994
- Máxima: R$ 5,026
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BRAV3 | -5,75 | 19,01 |
| VAMO3 | -3,24 | 4,18 |
| CURY3 | -2,56 | 32,74 |
| YDUQ3 | -2,33 | 10,50 |
| SUZB3 | -2,25 | 45,64 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| HAPV3 | 5,94 | 14,09 |
| USIM5 | 5,55 | 7,61 |
| BRKM5 | 5,28 | 8,58 |
| RDOR3 | 2,25 | 38,71 |
| RADL3 | 2,13 | 22,52 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| BRAV3 | 47.621 | -5,75 |
| B3SA3 | 43.995 | -0,26 |
| PETR4 | 37.478 | -1,28 |
| BBAS3 | 31.715 | -1,30 |
| ITUB4 | 30.389 | 0,43 |
Ibovespa terminou sexta-feira (24) com baixa de 0,33%, aos 190.745,02 pontos
- Máxima: 191.390,33
- Mínima: 189.962,93
- Diferença para a abertura: -633,41 pontos
- Volume: R$ 24,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (20): +0,20%
- Terça-feira (21): Feriado de Tiradentes
- Quarta-feira (22): -1,65%
- Quinta-feira (23): -0,78%
- Sexta-feira (24): -0,33%
- Semana: -2,55%
- Abril: +1,75%
- 2T26: +1,75%
- 2026: +18,38%
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