Mini-índice (WINM26): pressão sobre suportes aumenta após nova queda

Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (11/05) em queda de 1,24%, aos 184.600 pontos, retomando o fluxo vendedor após a tentativa recente de recuperação.  Os contratos de mini-índice acompanham um cenário mais cauteloso após o Ibovespa recuar mais de 1%, pressionado pelas incertezas envolvendo o Oriente Médio e pela falta de avanços concretos nas negociações entre EUA e Irã. O petróleo voltou a subir diante dos riscos envolvendo o Estreito de Ormuz, enquanto as bolsas globais operaram sem direção definida, mantendo o mercado em compasso de espera.

No Brasil, o índice foi pressionado principalmente pela forte queda dos bancos, mesmo com a alta de Vale (VALE3) e de Petrobras (PETR4). Investidores também acompanham a reta final da temporada de balanços e os dados de inflação no Brasil e nos EUA, que seguem no radar e podem elevar a volatilidade para o trader de mini-índice ao longo do dia.

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Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice voltou a encerrar a sessão em queda, reforçando a pressão vendedora no curtíssimo prazo. Apesar de ainda negociar próximo das médias no intraday, o fluxo vendedor voltou a ganhar força ao longo da última sessão.

Para continuidade da baixa, será necessário romper a região de suporte em 184.350/183.940. Caso essa faixa seja perdida, o índice tende a acelerar as perdas em direção a 183.365/182.700, com alvo mais longo em 181.880/181.300.

Por outro lado, uma reação compradora dependerá da superação da resistência em 184.675/185.275. Se romper essa região, vejo espaço para recuperação até 185.670/186.635, com projeção mais longa em 187.485/187.785.

No gráfico diário, observo que o índice mantém tendência de baixa no curtíssimo prazo, após mais uma sessão negativa e continuidade do movimento vendedor recente. O ativo segue negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés baixista. Para reversão e retomada mais consistente da alta, será necessário superar a região de 188.500/192.600, mirando inicialmente 195.430/197.040

Já a perda de 183.940/183.645 pode ampliar o movimento corretivo, com suportes seguintes em 180.150/176.630. O IFR (14), em 36,64, segue em região neutra, mas já próximo de níveis mais pressionados.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Saiba mais:

WINM26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice voltou a negociar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, reforçando a retomada do fluxo vendedor e aumentando o risco de continuidade da correção.

Para manutenção da baixa, será necessário romper o suporte em 183.940/181.880. Perdendo essa faixa, o índice pode buscar 180.150/178.425, com projeções mais longas em 176.630/175.100.

Por outro lado, a retomada do fluxo comprador depende da superação da resistência em 184.850/185.985. Caso rompa essa faixa, o ativo pode avançar até 188.255/190.740, com alvos mais longos em 191.530/192.600.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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